Comunicação interna não é algo simples ou corriqueiro. Foi-se o tempo em que circulares e memorandos eram suficientes para comunicar tudo que acontecia no universo da empresa.
Os mercados cada vez mais competitivos, a fusão e aquisição de novos negócios e a velocidade na transmissão da informação transformaram o antigo cenário das organizações.
Agora, é preciso não apenas comunicar no sentido restrito, de emitir mensagens, mas estar disposto a ouvir o colaborador e estabelecer com ele um relacionamento duradouro, baseado na troca, respeito e compreensão.
Além do básico na comunicação interna
Muitas empresas ainda confundem a pluralidade e o elevado número de veículos de comunicação interna, a exemplo de jornais murais, newsletters, house organs, quadros de avisos e revistas com uma comunicação eficiente. Não basta apenas lotar a caixa de mensagens do colaborador com dezenas de comunicados se eles não informam, de fato.
O colaborador deve ser tomado como agente principal da comunicação interna e os veículos devem refletir a diversidades de públicos, dando a eles chances de se envolver na produção de textos, através da sugestão de pautas para entrevistas e reportagens.
Se o jornal interno fala apenas da diretoria, os funcionários dos demais setores acabam não se sentindo sujeitos da história da organização.
Colaboradores sem informação começam a se sentir pouco engajados e desestimulados, especialmente por considerarem que a atividade que desempenham não vem recebendo o devido destaque nos veículos, ao lerem somente matérias oficiais, positivas e do universo corporativo “cor de rosa”.
Por isso, é preciso ouvir os funcionários, conhecer seus hábitos, o que preferem ler, ouvir, a forma como desejam receber determinada mensagem e realizar periodicamente pesquisas sobre as práticas de comunicação interna.
Como o público interno é o principal disseminador da imagem da empresa (são os embaixadores da marca), é preciso que ele seja considerado prioritário no desenvolvimento das políticas de comunicação, sendo permanentemente ouvido e consultado, para que as ações realizadas sejam eficazes e fortaleçam a misssão, visão e valores.
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Texto: Isabela Pimentel | Imagem: Laura Philippsen



